"Quanto custa um site?" é a pergunta errada feita do jeito certo. Errada porque a resposta honesta é "depende". Certa porque quem pergunta isso já decidiu que precisa de um — só quer saber se cabe no bolso. Então vamos ao que interessa, sem enrolação: as faixas reais de mercado em 2026, o que faz o preço subir ou descer, e onde o barato sai caro.
As faixas de mercado (o que existe hoje)
Existem basicamente três caminhos, e cada um tem um custo bem diferente.
Você mesmo faz, num construtor (Wix, Squarespace, Hostinger e afins). O plano custa entre R$ 20 e R$ 60 por mês, mais o domínio (uns R$ 40 a R$ 70 por ano). Parece o mais barato. Só que o preço de verdade é o seu tempo — e o resultado quase sempre tem cara de template, porque é template. Funciona pra tirar algo do zero. Raramente diferencia o seu negócio de ninguém.
Um freelancer ou um tema pronto de WordPress. Aqui a conta varia demais: de uns R$ 800 a R$ 3.000 num serviço pontual. A qualidade acompanha essa variação. Pode sair um site decente, pode sair um Frankenstein de plugins que quebra em seis meses e ninguém dá manutenção.
Um site sob medida, feito por estúdio ou agência. Começa em alguns milhares de reais e vai conforme o escopo — tipicamente na casa dos R$ 3.000 a R$ 15.000 pra um site institucional bem resolvido, mais que isso quando entra e-commerce, integrações ou sistema. Não é o mais barato. É o único que constrói a cara da sua marca, e não a de um modelo de prateleira.
Nenhuma dessas faixas é "a certa". A certa é a que resolve o seu problema sem você pagar por coisa que não usa.
O que realmente mexe no preço
Três coisas puxam o valor pra cima ou pra baixo, e nenhuma é o número de páginas:
- Sob medida ou template. Um design próprio, pensado pra sua marca, custa mais do que preencher um tema. Também é o que faz o cliente confiar em cinco segundos.
- O que o site precisa fazer. Uma página que apresenta o serviço e joga pro WhatsApp é uma coisa. Loja com pagamento, agendamento, área de cliente ou integração com outro sistema é outra — e cada função é trabalho real.
- Quem cuida depois. Site não é obra entregue e esquecida. Domínio, hospedagem, atualização e pequenos ajustes têm custo recorrente. Quem promete "site pra sempre por um valor único" costuma estar escondendo essa parte.
Onde o barato sai caro
O site genérico de R$ 500 tem um custo que não aparece na fatura: ele te iguala a todo mundo. Mesmo layout do concorrente, mesma foto de banco de imagem, mesmo texto de "soluções inovadoras". O cliente sente isso e desconfia — não do seu serviço, mas de quem se escondeu atrás de uma fachada qualquer.
Aí somam os custos invisíveis: o site que não abre no celular e perde metade dos visitantes, o que não aparece no Google e não traz ninguém, o que quebra e não tem quem conserte. No fim, você pagou barato duas vezes: pelo site ruim e pelo cliente que ele não trouxe.
Barato não é o menor preço. É o menor custo pelo resultado que você precisa.
Então, qual é o número do seu caso?
Não dá pra cravar um valor sério sem olhar o seu negócio: o que você vende, pra quem, o que o site precisa fazer e onde você está perdendo cliente hoje. Qualquer um que te dê um preço fechado sem perguntar nada está chutando — ou vendendo template.
Se você quer o número real do seu caso, sem compromisso e sem papo de vendedor, chame a VORO no WhatsApp e conte em duas linhas o que o seu negócio faz. A gente olha a sua situação, fala o que faz sentido de verdade e quanto custa — mesmo que a resposta seja "você ainda não precisa disso agora". Se preferir ver antes como a gente trabalha, está tudo em sites e e-commerce sob medida.